HistóriaInternacionalização
Perfurar túneis nas Cordilheiras dos Andes, a -18ºC e enfrentando tremores de terra até 30 vezes ao dia. Construir uma hidrelétrica em meio aos conflitos internos de Angola. Esses foram alguns dos desafios assumidos pela Odebrecht quando, em 1979, partiu para a internacionalização de suas atividades. Até hoje, a Organização já passou por 35 países, em quatro continentes.
América

A atuação internacional da Odebrecht começou em 1979, por países no entorno do território brasileiro, como Peru e Chile. Não demorou para outras regiões da América receberem obras da Construtora .
| Argentina | Equador | Peru |
| Bolívia | Estados Unidos | República Dominicana |
| Chile | México | Uruguai |
| Colômbia | Panamá | Venezuela |
| Costa Rica | Paraguai |
África

Os projetos realizados pela Odebrecht na África levaram importantes benefícios socioeconômicos a países marcados por problemas em diversos setores, principalmente em infraestrutura. Sua atuação no continente teve início em 1984, com a construção da Hidrelétrica de Capanda, em Angola.
| África do Sul Angola Botsuana Congo Djibuti |
Gabão Líbia Libéria Moçambique |
Ásia

A parceria com a Petrobras na construção de uma Plataforma semissubmersível em Cingapura aproximou a Odebrecht da Ásia, em 1990. Na década seguinte, outras obras motivaram a abertura de dois escritórios no continente – um nos Emirados Árabes Unidos e outro na China.
| China Singapura Emirados Árabes Unidos Índia |
Iraque Kwait Rússia |
Europa

Em 1988, a Odebrecht assumiu o desafio de atuar na Europa, ao adquirir a empresa portuguesa José Bento Pedroso & Filhos, rebatizada de Bento Pedroso Construções (BPC). A atuação no continente teve importante papel na consolidação da credibilidade da Construtora no grupo de países desenvolvidos.
| Alemanha Espanha Reino Unido Portugal |
