Prêmio Jabuti

O Premio Jabuti é reconhecido como o mais importante e tradicional do mercado editorial brasileiro. Lançado em 1958, pela Câmara Brasileira do Livro, contempla anualmente os melhores lançamentos editoriais em 27 categorias, quatro delas referentes a elementos da edição e 23, determinadas pelo tipo de conteúdo. As obras inscritas são avaliadas por um júri formado por três especialistas em cada categoria.

Em 2009, a obra A História do Brazil de Frei Vicente do Salvador, registro do projeto da professora Maria Leda Oliveira, foi o primeiro ganhador de um Jabuti entre as obras produzidas no âmbito do Prêmio Odebrecht de Pesquisa Histórica. Contemplada com o segundo lugar na categoria Projeto Gráfico, a edição, composta de dois volumes, tem programação visual da designer Karyn Mathuiy e coordenação de Ana Laura Moura.

Aberto o caminho, em 2010, o primeiro lugar do Jabuti, nesta mesma categoria, coube à obra que consolidou a pesquisa de Maria Helena Ochi Flexor e Frei Hugo Fragoso, Igreja e convento de São Francisco da Bahia, com design de Carina Flexor e Renata Kalid e coordenação da Versal Editores. No ano seguinte, sob a mesma coordenação, Theodoro Sampaio – nos sertões e nas cidades, produto da pesquisa de Ademir Pereira do Santos, obteve primeiro lugar pelo projeto gráfico de Karyn Mathuiy e alcançou a terceira classificação entre os finalistas da categoria de conteúdo Arquitetura e Urbanismo.

Em 2013, mais uma vez comemoramos um Jabuti, agora com o livro O Comércio do Açúcar – Brasil, Portugal e Países Baixos (1595 – 1630), de Daniel Strum, que ficou em 2º lugar na categoria projeto gráfico. O responsável pela belíssima programação visual do livro é o designer Eduardo Vilas Boas, da Versal Editores.

O ano de 2014 trouxe mais um Jabuti – o sexto – e uma nova categoria: Melhor Livro de Humanas. O aclamado livro de Júnia Ferreira Furtado, O mapa que inventou o Brasil, foi o primeiro colocado na categoria, concorrendo assim ao prêmio de Melhor Livro do Ano (Não Ficção).