Comunicação

Odebrecht Esclarece

Exportação de Bens e Serviços

Entenda como funciona o crédito à exportação de serviços de engenharia e descubra como a economia brasileira é beneficiada pelo programa.

A exportação de bens e serviços de engenharia é estratégica para as maiores economias do mundo. O Brasil é um dos poucos países com empresas capacitadas para realizar esses serviços, por conta da complexidade dos projetos e da competividade do mercado global. Desde 1979 atuando no exterior, a Odebrecht é uma das principais exportadoras de bens e serviços do país.

Para promover as companhias brasileiras do setor, o BNDES concede financiamentos para tais projetos, por meio do BNDES EXIM. Os créditos do programa ficam 100% no Brasil e sustentam mais de 1,5 milhão de empregos na cadeia de fornecedores dos exportadores, com milhares de pequenas e médias empresas. Essas companhias não seriam capazes de exportar sozinhas, sem o apoio da empresa âncora.

Além de gerar empregos e renda no Brasil, as exportações de serviços de engenharia impulsionam investimentos em produção e em inovação para as empresas atuarem além da fronteira brasileira. 

Sem essa iniciativa, quem ganha são os concorrentes estrangeiros. A redução da linha de financiamento causaria a transferência de empregos no Brasil para países como China, EUA, Itália e França, que disputam o mercado de exportação de serviços de engenharia e usam o instrumento de crédito oficial à sua disposição. Atualmente, o Brasil possui apenas 2,4% desse mercado, que somou US$ 543 bilhões em 2014. 

A Odebrecht e os financiamentos do BNDES 

A Odebrecht Engenharia e Construção (OEC) é a maior empresa do setor de construção na América Latina. É também a construtora brasileira há mais tempo atuando no exterior e presente em maior número de países (21). No entanto, apenas 7% de sua receita total em 2014 (de US$ 14 bilhões) provêm da exportação de bens e serviços financiados pelo BNDES EXIM. 

As demais fontes de financiamento a clientes compreendem, majoritariamente, aportes de bancos privados e agências multilaterais de crédito, como: BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), IFC (International Finance Corporation), CAF (Corporação Andina de Fomento), MIGA (Multilateral Investment Guarantee Agency), COFACE (Compagnie Française d'Assurance pour le Commerce Extérieur), CABEI (Banco Centroamericano de Integración Económica), SACE (Servizi Assicurativi del Commercio Estero), NAFIN (Nacional Financiera) etc.

Importante esclarecer que a escolha da empresa exportadora de bens e serviços – que devem ser exclusivamente nacionais – não é o BNDES quem faz, mas o país tomador do crédito. Também é o país importador que é o tomador dos empréstimos desta linha de crédito e não a construtora contratada, que atua apenas como interveniente da exportação dos bens e serviços nacionais. Os governos estrangeiros, submetidos a garantias severas, são bons pagadores. Nas obras feitas pela Odebrecht, nunca houve calote. A maior parte dos financiamentos do BNDES vai para África ou América Latina, porque são as regiões com maior carência de infraestrutura.

Conheça alguns dados das exportações de bens e serviços da Odebrecht Engenharia e Construção em 2014:

Clique e conheça algumas das pequenas e médias empresas beneficiadas pelo programa de exportação de bens e serviços:

FUMINAS - Indústria e Comércio de Fundidos - Itapira (SP)
MEDABIL - Sistemas Construtivos - Porto Alegre (RS)
PROTENORTE - Equipamentos de Segurança LTDA - São Paulo (SP)
BOMPEL - Calçados de Segurança EPI'S - Toledo (PR)
FERANT - Indústria e Comércio de Roupas LTDA - Rio de Janeiro (RJ)

Conheça os projetos da Odebrecht financiados pelo BNDES desde 2007

2007

2008

2009

2010

2011

2012

2013

2014

2015

Conheça nossos Parceiros exportadores de bens e serviços em 2014

Em 2014 a Odebrecht Engenharia e Construção contou com 2.783 parceiros que participaram do processo de exportação, direta ou indiretamente. Veja a lista de exportadores com maior volume.

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