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Braskem

Do copo descartável a peças de automóvel, as resinas termoplásticas produzidas pela Braskem estão presentes em situações diversas do cotidiano. A empresa atua nos setores químico e petroquímico, com 36 unidades localizadas no Brasil, Estados Unidos e Alemanha, e serve a Clientes de 70 países por meio da exportação de seus produtos.

Constituída em 2002, a Braskem se tornou a maior produtora de resinas termoplásticas nas Américas, com ações negociadas ou listadas nas bolsas BMF&Bovespa, NYSE (EUA) e Latibex (Espanha). Tem participação acionária da Odebrecht, da Petrobras, da BNDESPAR, entre outras.

A Braskem avança em seu programa de crescimento e internacionalização com a implantação do complexo petroquímico de polietileno no México, Etileno XXI, em joint venture com a Idesa. A planta – construída em sinergia com a Odebrecht Engenharia Industrial – entrou em operação em 2016. 

 

Outras importantes iniciativas são:

  • Lançamento do Plano de Incentivo à Competitividade da Cadeia do Plástico (PIC), com previsão de aporte de até R$ 80 milhões;
  • União com empresas da Organização Odebrecht para estudo de projeto de produção de eteno e polietileno a partir do shale gas, nos Estados Unidos;
  • Expansão e conversão de uma das linhas de polietileno na Bahia para a produção de PEBDL (polietileno de baixa densidade linear) base metaloceno.

Prêmios e Reconhecimentos

Diversas condecorações recebidas pela Braskem comprovam a excelência de seus serviços e seu reconhecimento internacional:

  • Índice Carbono Eficiente (ICO2) e Índice de Sustentabilidade Empresarial (pelo nono ano consecutivo) da BM&F Bovespa;
  • Classificação ouro no inventário de Gases de Efeito Estufa (GEE) do Programa Brasileiro GHG Protocol;
  • Prêmio de Sustentabilidade Whirlpool, com o Programa Ser + Realizador, de inclusão social;
  • Prêmio Sustentar 2013, com o polietileno verde I’m GreenTM, no 6º Fórum pelo Desenvolvimento Sustentável;
  • Melhores Práticas de Sustentabilidade (quarto lugar), atribuído pelo Instituto Benchmais ao projeto Água Viva;
  • Entre as 100 Melhores Empresas em IDHO (Indicador de Desenvolvimento Humano Organizacional) e uma das 50 Melhores Empresas em Cidadania Corporativa, pela revista Gestão RH;
  • Índice Dow Jones de Sustentabilidade para Mercados Emergentes (DJSI), pela segunda vez consecutiva;
  • Prêmio Kirkpatrick Chemical Engineering Achievement Awards, com o projeto Polietileno Verde;
  • Uma das empresas mais sustentáveis e de melhor desempenho global no setor químico, segundo a RobecoSAM’s Annual Corporate Sustainability Assessment (CSA)

Produtos Verdes

A Braskem desenvolveu mundialmente o primeiro polietileno de fonte 100% renovável, a partir do etanol da cana-de-açúcar. O chamado “plástico verde” foi lançado em 2007. De lá para cá, o Negócio criou outras resinas verdes e implantou uma unidade de eteno verde no Rio Grande do Sul.

O polietileno verde captura 2,15 kg de CO2 a cada kg produzido. Além disso,  na produção, 80% da energia consumida é proveniente de fonte renovável. Confira o estudo de Avaliação de Ciclo de Vida do plástico verde - I'm greenTM, produzido pela Braskem e consultorias globais.

Túnel do Tempo

A Braskem nasceu do movimento de diversificação da Organização. Os investimentos em projetos químicos e petroquímicos começaram ainda em 1979, quando a Odebrecht adquiriu participação na Companhia Petroquímica Camaçari (CPC), pertencente ao Polo de Camaçari, na Bahia.

A estratégia adotada pela Odebrecht para construir uma petroquímica brasileira líder no setor na América Latina envolveu uma série de outras aquisições na década de 1980, como a da Salgema Indústrias Químicas, da PPH - Companhia Industrial de Polipropileno e da Poliolefinas, e participação na Unipar - União de Indústrias Petroquímicas. Por meio do Programa Nacional de Desestatização, iniciado nos anos 1990, a Organização adquiriu o controle acionário da Copesul – central de matérias-primas do Polo de Triunfo, no Rio Grande do Sul – e ampliou sua participação na PPH e Poliolefinas. Em 1995, a Organização criou a OPP Petroquímica S.A.
 

Em 2001, a Odebrecht adquiriu o controle acionário da Companhia Petroquímica do Nordeste (Copene), central de matérias-primas do Polo de Camaçari, em parceria com o Grupo Mariani. Um ano mais tarde, a integração dos ativos dos controladores no setor – OPP, Trikem, Polialden, Nitrocarbono e Proppet, além da Copene – resultou na criação da Braskem, transformando-a na maior petroquímica da América Latina.

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