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Odebrecht TransPort

A Odebrecht TransPort contribui para a melhoria da infraestrutura e da competitividade do Brasil ao desenvolver projetos, investir, implantar e operar empresas nas áreas de:

  • Mobilidade urbana
  • Rodovias
  • Sistemas integrados de logística 
  • Portos
  • Aeroportos

Busca elevar a produtividade da economia brasileira e a qualidade de vida da população, por meio de soluções de logística eficientes e sistemas de transporte coletivo rápidos, seguros e confortáveis. A empresa conta hoje com 6 mil integrantes e 16 empresas em diversos Estados brasileiros: 

Mobilidade Urbana

  • SuperVia – operação dos trens urbanos da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, com 270 km e 102 estações. Transporta 700 mil passageiros por dia;
  • Linha 6 do Metrô de São Paulo – conexão da Zona Norte da capital paulista à região central, com 15,5 km e 15 estações;
  • VLT Carioca – Veículo Leve Sobre Trilhos que liga a Zona Portuária ao centro do Rio de Janeiro e Aeroporto Santos Dumont. Transporta 35 mil pessoas por dia;
  • VLT de Goiânia – Veículo Leve Sobre Trilhos de 13,6 km de extensão, 12 estações e cinco terminais de integração;
  • Otima – implantação de mobiliários urbanos, sendo 7,5 mil novos abrigos de ônibus e 14,7 mil totens informativos, na cidade de São Paulo.

Rodovias

  • Rota do Oeste – duplicação e manutenção da rodovia BR-163, com 851 km, entre Sinop (MT) e a divisa com o Mato Grosso do Sul;
  • Rota das Bandeiras – concessão do Corredor Dom Pedro I, de 297 km, que atravessa 17 municípios de São Paulo;
  • Rota dos Coqueiros – via de 6,5 km, em Cabo de Santo Agostinho (PE);
  • Rota do Atlântico – ampliação e modernização das rodovias da região portuária de Suape e do Litoral Sul de Pernambuco;
  • Bahia Norte – sistema de rodovias com 121 km, que liga sete municípios da Região Metropolitana de Salvador (BA);
  • Rota das Fronteiras – administração de 220 km do Corredor PR-323, entre Maringá e Francisco Alves, (PR); 
  • Litoral Norte – administração de 217 km da BA-099 (BA); 

Sistemas Integrados de Logística

  • Embraport  terminal portuário de contêineres no Porto de Santos (SP);
  • Logum – sistema de transporte dutoviário de etanol do Centro-Oeste ao Sudeste;
  • Liquiport – terminais de granéis líquidos, em Vila Velha (ES);
  • Terminal de Açúcar em Suape – terminal de granéis sólidos no Porto de Suape (PE).

Aeroportos

  • RIOgaleão – ampliação, manutenção e operação do Aeroporto Internacional Tom Jobim (RJ).
  • VLT Carioca, Veículo Leve Sobre Trilhos, no Rio de Janeiro

  • RIOgaleão: operação do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro

  • Bahia Norte, Região Metropolitana de Salvador (BA)

  • Rota das Bandeiras: Corredor Dom Pedro I, em São Paulo

  • Rota do Oeste, no Mato Grosso

  • Rota dos Coqueiros, Cabo de Santo Agostinho (PE)

  • SuperVia: operação dos trens urbanos da Região Metropolitana do Rio de Janeiro

  • Embraport, no Porto de Santos (SP)

  • Rota das Fronteiras, noroeste do Paraná

  • Otima: implantação de mobiliários urbanos na cidade de São Paulo

  • Logum: sistema de transporte dutoviário de etanol

Prêmios e Reconhecimentos

Em 2016, a Embraport ficou entre as melhores empresas do Brasil na Gestão de Pessoas (Valor Econômico) e a Rota do Atlântico ficou entre as melhores empresas para se trabalhar em Pernambuco (Great Place to Work). A SuperVia foi eleita a Melhor Operadora de Transporte de Passageiros pela revista Ferroviária.

Túnel do Tempo

A Organização atua em concessões há mais de 30 anos e algumas delas foram as primeiras do Brasil, como as de energia, saneamento e rodovias. Nesse período, as equipes de Engenharia e Construção da Odebrecht atuavam no setor.

Depois de seis anos sem participar de concessões rodoviárias no Brasil – após a venda de sua participação na Companhia de Concessões Rodoviárias (CCR) em 2003 –, a Odebrecht voltou ao segmento em 2009, quando conquistou a administração por 30 anos do Corredor Dom Pedro I (foto), no interior de São Paulo, por meio da Concessionária Rota das Bandeiras. Trata-se de um dos mais importantes sistemas viários do país, que conecta a Região Metropolitana de Campinas.

Em 2010, surgia a Odebrecht TransPort, com quatro ativos. O novo Negócio intensificou os investimentos em transporte e logística e passou a ter como acionista o Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS), com 30% de participação no capital. Nos três anos seguintes, a Odebrecht TransPort levantou, aproximadamente, R$ 8 bilhões em recursos para seus projetos.