Visão de Futuro

Tecnologia e Inovação

A necessidade e o desejo de realização de seus Integrantes levaram a Odebrecht a desenvolver, ao longo dos 70 anos de atuação, técnicas inovadoras que foram incorporadas pelo mercado. O pioneirismo tecnológico faz parte da essência da Organização e sempre orientou seus Negócios.

A inovação abre e consolida mercados, ajuda a superar desafios, reduz custos, aumenta a produtividade, cria novas competências e gera sustentabilidade.

O efeito de uma inovação vai muito além de sua aplicação na prática e os esforços das equipes da Odebrecht são empregados também para que o conhecimento seja preservado, compartilhado e reutilizado. O Espírito de Servir garante que esse ciclo seja constante e virtuoso.

Vanguarda e História 

Desde os primórdios da Organização, na metade da década de 1940, as equipes da Odebrecht caracterizavam-se por revolucionar os métodos construtivos. O esquema de trabalho da empresa era completamente diferente do praticado naquele tempo.

Até então, em uma obra imobiliária, por exemplo, levantava-se toda a estrutura de concreto e as paredes só começavam a ser feitas quando a última laje estava pronta, passando-se para o reboco, esquadrias, instalações hidráulicas e elétricas e esgoto. A Construtora Norberto Odebrecht começou a fazer o trabalho praticamente de uma vez só. Quando a primeira laje era finalizada e a equipe iniciava a segunda, as paredes daquele mesmo pavimento iam sendo erguidas.

O edifício Belo Horizonte é o marco principal desse período. Foi levantado em nove meses, quando o prazo normal para a época era de três anos.

As inovações propostas exigiram uma mudança significativa no sistema de trabalho tradicionalmente praticado pelo setor. Na Organização, os mestres de obras passaram a ser responsáveis pelos pedidos, compras e admissão de pessoal – em geral feitos pelos escritórios centrais. Era uma forma de motivar as pessoas e estimular a criatividade. A delegação plena e a descentralização das decisões permitia à empresa realizar um número maior de obras.
 

Alguns dos exemplos de pioneirismo da Organização:

  • Introdução de estruturas de concreto armado no Brasil: o novo sistema mudou o panorama da construção civil brasileira;
  • Execução de uma das primeiras obras de concreto pré-moldado da Bahia: a Ponte do Funil, ligando a Ilha de Itaparica ao continente, na Baía de Todos os Santos, em 1968.
  • Pela primeira vez no mundo, o transporte de concreto foi feito por correias aéreas – em menos de 90 segundos – das centrais de produção para pontos de colocação na barragem da Hidrelétrica de Los Huites, no México. A solução foi posteriormente reutilizada em outros projetos como a Hidrelétrica de Tocoma, na Venezuela;
  • Na área de engenharia offshore, pela primeira vez no mundo, uma plataforma autoelevatória era lançada à água a partir de outro corpo flutuante. A operação foi realizada na jack-up P-59 e repetida, com êxito, para a P-60, em 2011, na Bahia;
  • Desenvolvimento mundial do primeiro polietileno de fonte 100% renovável, a partir da cana-de-açúcar, denominado “plástico verde”.
    A inovação tecnológica conferiu à Braskem a liderança no mercado de biopolímeros;
  • Uso pioneiro do Tunnel Boring Machine (TBM), o “tatuzão”, na abertura do Túnel de Midmar, na África do Sul. Essa técnica beneficiou inúmeros projetos no Brasil e no exterior. Atualmente, é utilizada em larga escala pela Odebrecht em obras de metrô;
  • No Peru, as obras de reabilitação da Rodovia Tingo María-Aguaytía garantiram a produtividade, mesmo no período de chuvas. Foi criada uma estrutura móvel coberta por uma lona plástica que permitiu que as frentes de trabalho operassem normalmente em seu interior. A carpa de pavimentação se tornou referência para projetos similares no país andino, como a construção da Rodovia Interoceânica Sul, também executada pela Odebrecht;
  • Desenvolvimento do projeto Aquapolo, de produção de água de reúso para fins industriais que abastece o Polo Petroquímico do ABC, em São Paulo. A planta de tratamento criada pela Organização é a maior desse tipo no Hemisfério Sul e a quinta maior do mundo. Após o tratamento normal, o esgoto é conduzido a um tanque com bactérias que se alimentam de detritos orgânicos. Depois, o material passa por um vale de oxidação em forma de labirinto, cuja concepção foi premiada na Europa, com membranas de ultrafiltração. Por fim, segue para um equipamento de membranas de osmose reversa que, por pressão, extrai do líquido a alta condutividade e os padrões sólidos, amônia e outros elementos que tornam o efluente impróprio para uso industrial.