Visão de Futuro

Tecnologia e Inovação

Iniciativas e projetos

Exemplos recentes de inovação:

Confira exemplos de outras tecnologias:

 

Inovação

Polietileno “Verde”

Com foco na sustentabilidade, a Braskem desenvolveu mundialmente o primeiro polietileno de fonte 100% renovável, a partir da cana-de-açúcar. O item está entre as mais de 760 patentes registradas pelo Negócio no Brasil e no exterior.

O primeiro produto fabricado com "polímero verde" foi o jogo de tabuleiro Banco Imobiliário Sustentável, da Estrela. Diversas empresas despertaram para a importância de incluir o material na composição de seus produtos e firmaram parcerias com a Braskem, como Danone, Nestlé, Tetra Pak, Johnson & Johnson, Natura, Procter & Gamble, Faber Castell e Coca-Cola, entre outras.

Em 2014, a Braskem foi listada entre as 50 empresas mais inovadoras do mundo pela revista americana Fast Company. Única brasileira a entrar no ranking, ganhou destaque pelo trabalho de pesquisa em produtos de origem renovável, como o “plástico verde”.

Projeto Água Viva

Na região do Brasil com maior seca e menor índice pluvial, a Odebrecht Ambiental e a Braskem se associaram para reciclar água no Polo Petroquímico de Camaçari, na Bahia. Com um projeto de tratamento de efluentes industriais e aproveitamento da drenagem da chuva, foi possível economizar 1,5 bilhão de litros de água em 2013, com perspectivas de ampliação futura para 7 bilhões de litros por ano.

O diferencial está na segregação dos efluentes, garantindo que apenas os pouco contaminados sejam destinados para o reúso. O principal objetivo é diminuir a demanda de recursos hídricos para fins industriais, preservando-os para o abastecimento humano. O novo processo utiliza menos energia elétrica, aproveita a água da chuva e gera água com custo 30% menor, o que contribui para a competitividade das indústrias do polo.

O programa rendeu ao Centro de Inovação e Tecnologia Ambiental, localizado na Cetrel – empresa da Odebrecht Ambiental –, o primeiro lugar do Prêmio FINEP 2013 na categoria Inovação Sustentável da Região Nordeste.

Telhas de PVC

O PVC é um dos termoplásticos mais versáteis, pois é formulado especificamente para cada aplicação. No Brasil, o mercado de telhas e coberturas é da ordem de 600 milhões de metros quadrados por ano. Diante desse cenário, a Braskem desenvolveu um novo mercado para o PVC, o de telhas, envolvendo busca de maquinários no exterior e adaptação no Brasil, estruturação da cadeia produtiva e adequação de resinas fornecidas. 

No Brasil, o grau de insolação ao qual a telha está exposta é grande, o que exigiu a criação de um polímero mais resistente aos raios ultravioletas. Outras características específicas do mercado brasileiro demandaram uma solução de baixa propagação de chamas na superfície exterior da telha. O resultado foi um produto novo no mundo. 

As telhas produzidas com PVC apresentam diferenciais técnicos inerentes à resina, como baixa inflamabilidade, resistência a agentes químicos, leveza e durabilidade, além de se manterem estáveis a tempestades, granizos e outras intempéries. Totalmente reciclável, diminui a necessidade do uso de estruturas de sustentação. A entrada do PVC na fabricação de telhas deu tão certo que a Braskem hoje trabalha no desenvolvimento de uma resina inovadora para atender exclusivamente a esse mercado.

Copos descartáveis em polipropileno

Em parceria com uma das maiores produtoras de descartáveis do Brasil, a Braskem desenvolveu uma resina especial de polipropileno (PP) de alta rigidez para a fabricação de copos. As propriedades da resina permitiram a produção de copos com qualidade superior à dos copos de poliestireno. O PP apresenta melhor resistência à quebra e ao rasgo, permite a fabricação de produtos coloridos ou transparentes e pode ser levado ao micro-ondas. 

A parceria se estendeu também para o desenvolvimento de equipamentos que fabricam os copos de polipropileno. O maquinário concebido é um dos mais produtivos mundialmente, com o menor custo, e adequado às características do mercado nacional. A Braskem colocou 27 equipamentos no mercado brasileiro, prevendo uma venda de 35 mil toneladas por ano de PP, podendo chegar a 90 mil toneladas.

 

Tecnologia

Light Steel Frame

O desafio de construir 37 escolas em apenas dois anos, para atender cerca de 20 mil alunos de Belo Horizonte (MG), levou a Inova BH – ativo da Construtora Norberto Odebrecht – a adotar um método construtivo inovador e recente no Brasil: Light Steel Frame.

Com a tecnologia, as paredes são compostas por um esqueleto de perfis metálicos que suportam toda a carga estrutural do prédio. Enquanto isso, as vedações dos ambientes são aceleradas pela utilização de placas cimentícias e drywall, parafusadas diretamente nos perfis estruturais. 

Para garantir o conforto térmico e acústico, são utilizadas barreiras de vapor, evitando a entrada de umidade. Lãs de vidro preenchem as paredes e as transformam em anteparos sonoros e térmicos, agregando eficiência energética e sustentabilidade ao projeto.

As principais vantagens do método são: padronização do processo construtivo; industrialização e planejamento; facilidade e rapidez na montagem; melhores níveis de desempenho termoacústico; leveza; adaptação a qualquer projeto arquitetônico; durabilidade e longevidade da estrutura; facilidade de execução das instalações elétricas e hidráulicas; melhor controle de qualidade; sustentabilidade (eficiência energética, materiais renováveis e baixo desperdício) e segurança.

O Light Steel Frame já é um sistema construtivo predominante nos Estados Unidos, Japão, Canadá e Europa. Na América do Sul, o Chile também adotou a tecnologia, que contribuiu para a reconstrução do país após o terremoto de 2010.

Bubbledeck

Inédito no Brasil, o bubbledeck – esferas de polipropileno para lajes leves – foi introduzido no país por meio de um projeto desenvolvido pela Braskem, em parceria com a empresa Bubble Deck. Além de fornecer a resina, o Negócio apoiou Clientes e empresas na adaptação da tecnologia ao mercado brasileiro.

Mais comum na Europa, o sistema construtivo possui os mesmos princípios de uma laje maciça, com redução de 35% do peso. É composto pela incorporação de esferas plásticas nas lajes de concreto, uniformemente espaçadas entre duas telas metálicas soldadas. As esferas são introduzidas na interseção das telas, ocupando a zona de concreto que não desempenha função estrutural. O produto proporciona economia no uso de materiais como aço, madeira e concreto, reduzindo impactos ambientais. 

Entre as vantagens do bubbledeck está a diminuição de vigas e pilares, a melhoria do isolamento acústico e a redução das emissões de carbono. O sistema de lajes foi utilizado na construção do novo Centro Administrativo do Distrito Federal, executada pela Odebrecht.

Pesagem de contêineres em guindastes

O terminal portuário Embraport – ativo da Odebrecht TransPort – utiliza uma tecnologia inovadora: a pesagem de contêineres diretamente nos guindastes RTGs (Rubber Tyre Gantry Crane) – espécie de grua utilizada para movimentar cargas. A técnica elimina a necessidade de remoção da carga no pátio para a pesagem nas balanças rodoviárias.

A alternativa reduz significativamente o tempo de permanência de um contêiner no terminal, evitando filas de caminhões e reduzindo a emissão de gases poluentes na atmosfera. Projetada e desenvolvida pela Embraport, a tecnologia é diferenciada em relação às demais do mercado devido ao nível de precisão do equipamento. 

No processo anterior, as cargas eram removidas do navio e deslocadas para as carretas, uma a uma, para a pesagem individual. O novo sistema é mais dinâmico e o ciclo de permanência de um contêiner no terminal é menor.

Aterro Ultraleve

Uma técnica oriunda da Noruega acelerou a construção de um viaduto no trevo do Caxambu, no km 67 da Rodovia Engenheiro Constâncio Cintra (SP-360), em Jundiaí, no interior de São Paulo. As obras foram realizadas pela Concessionária Rota das Bandeiras – ativo da Odebrecht TransPort.

Denominada Aterro Ultraleve, a metodologia faz uso de blocos de isopor, chamados Expanded Polysterene Blocks (EPS), em substituição ao aterro convencional, feito com terra. Por ser mais leve, o material pode ser utilizado sobre terreno de solo mole, característico do trecho, e proporciona mais agilidade à construção.

Paredes de alta performance

Para construir o Wind Residencial, a Odebrecht Realizações Imobiliárias inovou na vedação interna do empreendimento criando paredes de alta performance. A solução foi desenvolvida a partir de um processo executivo simples: montante de perfis galvanizados onde são plaqueadas placas de gesso e preenchidos com argamassa sintética inerte.

 

 

Programa Odebrecht de Inovação Tecnológica (POIT)

Incentivados pela Tecnologia Empresarial Odebrecht (TEO), os Integrantes da Organização podem desenvolver sua curiosidade e criatividade a serviço da inovação. Para isso, são oferecidas as ferramentas para ampliar o conhecimento e formar Pessoas de Conhecimento, capazes de satisfazer Clientes por meio de soluções inovadoras que contribuem para um mundo melhor, como orienta a Visão 2020.

Criado em 2008 e enquadrado na Lei 11.196/2005 do Ministério da Ciência e Tecnologia, conhecida como Lei do Bem, o Programa Odebrecht de Inovação Tecnológica (POIT) seleciona projetos inovadores de procedimentos e processos realizados nos canteiros de obras. O POIT potencializa a competência do empreendimento, a valorização das pessoas envolvidas nas atividades e proporciona benefícios fiscais para as empresas, pois gera inovação dentro do ciclo de desenvolvimento.