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Quando começou a ser construída, em 2012, a Hidrelétrica de Laúca foi idealizada para se tornar a maior de Angola. Localizada na Província de Malange, a 282 km de Luanda –, já nasceu tendo um papel estratégico na economia do país: quando ficar pronta, garantir sua autossuficiência energética.

Em março, teve início uma etapa decisiva nas obras, que faz com que o projeto liderado pela Odebrecht Engenharia & Construção - Infraestrutura se encontre a um passo de sua conclusão. No dia 11 de março, foi iniciado o processo de enchimento da Albufeira – um reservatório de 188 km², responsável por reter a água do Rio Kwanza.

"Trata-se de uma etapa fundamental no empreendimento. O fechamento do túnel de desvio do rio, e consequentemente o enchimento do reservatório, permitirão que iniciemos os testes da primeira máquina geradora de energia. Trata-se do principal marco de engenharia antes do início da produção de energia em si, prevista para julho", explica Marcus Azeredo, diretor de Contrato.

Energia para 8 milhões de pessoas

O maior complexo hidrelétrico em construção pela Odebrecht no continente africano terá capacidade total instalada de 2.070 MW. A energia produzida deverá expandir o sistema elétrico já existente e abastecer aproximadamente oito milhões de habitantes.

Após a conclusão do enchimento do reservatório, que reterá cerca de 500 milhões de m³ de água do Rio Kwanza, serão iniciados os testes da primeira Unidade Geradora de energia. Quando a hidrelétrica  entrar em operação, a barragem deve alcançar um volume de 2 bilhões de m³ de água. A segunda Unidade Geradora será ativada a partir de setembro e a terceira, em novembro.