Comunicação

Notícias

Aplicar os conceitos aprendidos em sala de aula em processos reais, fazer parte do dia a dia de projetos importantes e viver a cultura de uma empresa com projetos espalhados pelo mundo. Os estudantes universitários selecionados para o Estágio de Férias da Odebrecht fazem parte de uma experiência de inovação e troca de conhecimentos que pode gerar contribuições aos Negócios do Grupo – e agregar novas perspectivas para a própria carreira.

O programa, que na última edição ofereceu vagas no Brasil inteiro em projetos da Odebrecht Engenharia & Construção, da Odebrecht TransPort e da OR, tem duração de cerca de quatro semanas e promove interações entre as mais diversas áreas, contando com participação direta das lideranças. Dessa forma, a qualidade técnica e empresarial, atributo que a Odebrecht estimula e cultiva em todas as suas frentes, pode ser vivenciada na prática pelas novas gerações de profissionais.

A troca de experiências entre as novas gerações e os profissionais mais experientes é um dos grandes atrativos do estágio de férias. "É a partir daí que começa a se escrever o futuro dos negócios e a avaliar quem serão os futuros líderes”, afirma Felipe Alves, Gerente de Produção da Odebrecht Engenharia & Construção na Usina Hidrelétrica Baixo Iguaçu. Leia abaixo a entrevista completa para saber mais sobre o programa.

Felipe Alves, Gerente de Produção da Odebrecht Engenharia & Construção na Usina Hidrelétrica Baixo IguaçuQuais são as trocas proporcionadas pelo programa Estágio de Férias? 
Felipe: Os estagiários convivem com profissionais de diversas gerações. Alguns encarregados que tem mais tempo de empresa do que eles de vida, ao mesmo tempo que estagiários locais e engenheiros recém-formados são de gerações muito próximas. Há aí uma grande oportunidade de troca de conhecimentos e experiências, especialmente com os mais experientes. Acredito que, quanto maior a distância entre as gerações, maior a oportunidade de troca. Mas é quando se consegue estabelecer um relacionamento de confiança que essas trocas começam a fluir naturalmente. 

Os estagiários habilidosos com smartphones e recursos eletrônicos podem apresentar as facilidades que a evolução tecnológica traz ao dia a dia, por exemplo. Os mais experientes podem mostrar que também há produtividade quando acaba a bateria do celular, do tablet ou do notebook. E o mais importante: não há tecnologia que substitua o relacionamento e o respeito entre as pessoas.

Quais são os ganhos para os jovens, os executivos e a empresa? 
Felipe:
No ambiente de uma usina hidrelétrica, o jovem tem a oportunidade de ter contato todas as disciplinas da engenharia, além de entender como funciona o gerenciamento de um negócio tão complexo. Ele também pode conhecer a rotina de cada área e eventualmente direcionar a carreira dali em diante. A empresa ganha a oportunidade de se mostrar por dentro, de se apresentar para os futuros talentos e identificá-los entre os estagiários - essa é uma oportunidade para o encontro entre talentos e empresa. Além disso, para o executivo, este encontro ainda contribui para o crescimento e a perpetuidade: é a partir daí que começa a se escrever o futuro dos negócios e a avaliar quem serão os futuros líderes. 

Como as diversas experiências podem enriquecer a produtividade e promover inovação? 
Felipe:
Os estagiários chegam cheios de energia, curiosidade, questionamentos. Os questionamentos são sempre saudáveis e, por diversas vezes nos “obrigam” a revisitar conceitos estabelecidos e analisar métodos construtivos. Responder a um “por que se faz assim?” torna-se uma grande oportunidade de reavaliar, questionar e eventualmente alterar a forma como fazemos. Ademais, no primeiro dia já deixamos uma encomenda: ao final do programa, o estagiário deverá fazer uma apresentação, entregar um relatório escrito e propor uma melhoria para alguma das áreas pelas quais passaram. É uma ótima forma de gerar contribuições valiosas para a empresa e aproveitar as perspectivas das novas gerações.

Como posicionar a empresa e o que é importante para a sua operação diante da nova geração de profissionais? 
Felipe:
A empresa deve se posicionar como um lugar onde o esforço é recompensado, o resultado é partilhado, o desafio está sempre a altura do profissional e mudanças e melhorias são bem recebidas. Por isso, montamos um programa de “job rotation”, de forma que os estagiários passem por todas as áreas nas primeiras duas semanas e escolham uma área para fazer parte pelas duas últimas. Assim, eles têm a oportunidade de conhecer o negócio como um todo e, ao fim, podem mostrar suas características e competências, convivendo com responsabilidades compatíveis com o nível de maturidade e período de permanência.

Em tempos digitais, quais são os grandes desafios do futuro que os novos profissionais devem manter no radar? 
Felipe: Cuidado para não se esquecer de que toda empresa é feita de pessoas - pessoas que interagem e criam uma relação de confiança e um ambiente propício à geração de resultados. Isso sempre deve estar envolvido em qualquer dinâmica ou lógica corporativa. 

Quer saber mais? Veja que estudantes que já passaram pelo programa têm a dizer aqui.