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Estudantes, professores e personalidades da academia participaram, na última sexta (25), da cerimônia de entrega do Prêmio Odebrecht para o Desenvolvimento Sustentável do Panamá.

Os estudantes Jose Armando Herrera, Gabriela Rodriguez e Arantza Rivas Morales, da Universidade do Panamá, ficaram em primeiro lugar com o projeot projeto Biollanti, que evita que esgoto seja despejado nos rios ao criar uma estação de tratamento de baixo custo usando pneus usados. O projeto pode ser útil para residências temporárias ou comunidades de baixa renda. 

"Nesta versão, o Prêmio destacou o espírito empreendedor nos alunos em projetos que visam o desenvolvimento sustentável. O projeto Biollanti busca uma solução criativa para o despejo de esgoto em rios, enquanto fornece uma solução o descarte de pneus em diferentes estradas no país, reduzindo a contaminação nos afluente", diz Arturo Graell, Diretor de Relações Institucionais e Sustentabilidade da Odebrecht no Panamá.

Em segundo e terceiro lugar ficaram os projetos "Sistema de Alto Rendimento e Dessalinizador Solar de Água Marinha", do estudante Abraham Gabriel Villamil, e “Bioensumos para a utilização no setor agropecuário", dos estudantes José Eduart Camarena e Juan Manuel Sánchez, com prêmios de US$ 18 mil e US$ 12 mil respectivamente.

Com o objetivo de reconhecer e incentivar os jovens universitários a pensarem a engenharia, a aquitetura e a agronomia sob uma perspectiva sustentável, o prêmio busca estimular a geração de conhecimento e difundi-lo junto à sociedade e à comunidade acadêmica. Em sua quinta edição no Panamá, o Prêmio Odebrecht para o Desenvolvimento Sustentável oferece uma premiação de US$ 54 mil, que é dividida em três partes iguais: uma parte para o aluno ou grupo de alunos, uma para o professor orientador e a última parte para a faculdade. O prêmio para a universidade deve ser reinvestido na área de atuação em que o professor orientador trabalha.