Comunicação

Notícias

O RIOgaleão, formado pela Odebrecht TransPort, Changi Airports International e Infraero, realizou um simulado de movimentação de produtos perigosos, no pátio das aeronaves, para testar a logística operacional do aeroporto e a integração dos times em situações de alta periculosidade. Quarenta e cinco profissionais – tanto do RIOgaleão, quanto de órgãos públicos de saúde e segurança – foram mobilizados para o simulado, que durou cerca de duas horas.

No início do ano, o RIOgaleão já havia capacitado os bombeiros que atuam no Aeroporto Internacional Tom Jobim para combater ocorrências de emergências radioativas (cargas perigosas). Com estes treinamentos, o aeroporto passou a ser o único do país a ter equipe habilitada para enfrentar situações que envolvam acidentes radiológicos.

O simulado com carga perigosa, promovido pela concessionária, foi o primeiro em que todos os parceiros da operação aeroportuária estiveram envolvidos e não somente a equipe de emergência da concessionária. O propósito do exercício foi gerir a integração e avaliar a atuação de todos os grupos responsáveis pelo atendimento a emergência do aeroporto, que recebe um alto fluxo de circulação de cargas dessa natureza. Uma equipe da companhia aérea American Airlines fez parte da ação e foi responsável por simular o manuseio de uma carga perigosa que foi derramada, no pátio, no percurso que seria feito em direção à aeronave. O incidente pode ocorrer no dia a dia e representar um risco à operação do aeroporto ou ainda ferir pessoas que estiverem de posse da carga.

Participaram do simulado representantes do Centro de Operações a Emergência, do serviço médico e remoção de vítima, dos bombeiros, da segurança e da área de sustentabilidade do RIOgaleão. Foram, ainda, convidados como observadores agentes de órgãos públicos do Hospital da Força Aérea do Galeão (HFAG), da Cruz Vermelha e do Destacamento de Controle do Espaço Aéreo/Galeão (DTCEA-GL). Já entre os participantes que atuaram na prática, durante o simulado, houve a presença da companhia aérea American Airlines, do Grupamento de Operações com Produtos Perigosos (GOPP) e Centro de Operações GSE/ SAMU.

Nos próximos meses, outras turmas serão formadas pelo RIOgaleão para que mais de 200 funcionários estejam aptos a agir corretamente em um cenário crítico de acidente com cargas perigosas que possa ocorrer no aeroporto.

O RIOgaleão é formado pela Odebrecht TransPort, Changi Airports International e Infraero. A concessionária assumiu a administração e a operação do aeroporto em agosto de 2014, com contrato de concessão de 25 anos. Até o fim desse período, o RIOgaleão investirá R$ 5,2 bilhões no aeroporto – destes, investimentos de cerca de R$ 2 bilhões já foram concluídos. As obras do aeroporto foram conduzidas por um consórcio liderado pela Odebrecht.