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São Paulo, 11/12 – O presidente do Conselho de Administração da Odebrecht S.A., Emílio Odebrecht, anunciou em comunicado aos seus 75 mil funcionários uma série de decisões do acionista controlador que reforçam o modelo de governança e conformidade e definem com clareza o campo de atuação de acionistas, conselheiros e líderes das empresas do Grupo. 

A partir de agora, o cargo de Diretor Presidente da holding não será mais exercido por membro da família Odebrecht. O Diretor Presidente será escolhido pelo presidente do Conselho de Administração (CA) dentre os diretores da Odebrecht S.A. e deve ter, no máximo, 65 anos.

“Esta decisão representa a vontade do acionista controlador de promover a separação entre a família Odebrecht e a liderança executiva da Odebrecht S.A., holding do Grupo, e deixa claro que a assembleia geral é o foro onde o acionista controlador pode atuar, interagir e deliberar”, explicou Emilio no comunicado. Desta forma, a família será representada na Odebrecht S.A. pelo presidente do CA.

O acionista controlador também estabeleceu que a Odebrecht S.A. deve atuar para que os negócios de seu portfólio atraiam sócios, e as suas ações venham a ser negociadas em bolsa de valores.

A significativa transformação empreendida no Grupo Odebrecht está consolidada na nova Política sobre Governança. Definida após um ano e meio de pesquisas e discussões, e com base nas mais avançadas referências sobre governança empresarial, ela dá orientações claras, por exemplo, sobre a pluralidade na composição do Conselho de Administração. A escolha dos conselheiros, diz a nova política, “deverá prezar pela diversidade de conhecimentos, de experiências e de aspectos culturais, nacionalidade, faixa etária e gênero”. 

Limite de idade

Os conselheiros terão atuação pautada na independência, transparência e objetividade, decidindo sempre o que seja melhor para o Grupo e, assim, atendendo aos interesses dos acionistas. Os integrantes do CA deverão ter, no máximo, 75 anos de idade, e o mandato terá duração de dois anos, com reeleição para no máximo quatro mandatos consecutivos.

As decisões confirmam e reforçam o novo modelo de empresa em que a Odebrecht já se transformou. A holding terá papel estratégico, como investidora e orientadora, com a responsabilidade de manter a identidade cultural, sem ingerência direta na gestão dos Negócios. A participação da Odebrecht S.A nas empresas se dará via Conselho de Administração em cada uma delas.  Assim, os Negócios adotam governança própria com igual rigor e qualidade. Os Líderes de Negócio são a última instância executiva de cada empresa e seus CAs representam a última instância deliberativa.

“Todo este processo de evolução, acompanhado do compromisso já assumido publicamente de sermos éticos, íntegros e transparentes nas nossas ações, atitudes e comportamento, representa a Odebrecht que já é real no presente e que desejamos que se perpetue no futuro”, afirmou Emilio na mensagem aos integrantes.

Sobre o Grupo Odebrecht

Fundada em 1944, a Odebrecht é um grupo global de origem brasileira, presente em 25 países. Seus nove Negócios têm atuação nos setores petroquímico, de engenharia e construção, infraestrutura, agroindustrial, óleo e gás, de transporte, imobiliário e indústria naval. Cada Negócio tem autossuficiência financeira e operacional e também governança própria, reforçada por sistema de Conformidade já implantado e pelo compromisso de todos os seus Integrantes com atuação ética, íntegra e transparente. O Grupo Odebrecht tem cerca de 75 mil profissionais de diversas nacionalidades e exporta produtos e serviços para aproximadamente 100 países. Em 2016, registrou receita bruta de R$ 89,8 bilhões.

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