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Após realizar uma exaustiva busca em seus antigos sistemas e nos depoimentos de seus ex-integrantes que colaboram com a força tarefa da Lava Jato, a Odebrecht afirma que não procede a acusação de ter pago US$ 100 milhões ao ex-presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Diosdado Cabello, e que não fez nenhum pagamento neste valor, direta ou indiretamente, através de terceiros ou em seu nome, à empresa espanhola TSE Arietis, citada pela ex-procuradora da Venezuela.

A empresa nega que tenha recebido pagamentos por trabalhos não realizados e reafirma que o ritmo das obras em execução acompanha o cronograma de pagamentos dos clientes locais. Nos 25 anos em que está presente na Venezuela, a Odebrecht concluiu projetos relevantes que se encontram em pleno funcionamento, atendendo a diversas comunidades do país.