Sustentabilidade

Valorização da Cultura

Artes

No esforço para fortalecer a Cultura do Brasil e de outros países, a Odebrecht patrocina estudos e a posterior elaboração de livros que resgatam o patrimônio de Comunidades onde atua.

Artistas e pesquisadores recebem apoio para desenvolverem trabalhos que contribuam para a construção da identidade de cada grupo social. O resultado é uma farta coletânea com obras sobre as mais diversas formas de arte, como música, pintura, escultura, poesia, tapeçaria e cerâmica.

Nos últimos anos, a Organização apoiou trabalhos sobre o modernismo de Tarsila do Amaral, as lentes de Cravo Neto, a Bahia de Caymmi, os clássicos de Villa-Lobos, o cordel de Elomar, o talento de Clarival do Prado Valladares e as pinturas de Lula Cardoso Ayres, Alberto Valença e Portinari, entre outros importantes artistas.

Confira abaixo o acervo construído por autores apoiados pela Organização: 

Azulejos da Bahia

Durante 18 anos, o ceramista Udo Knoff se dedicou ao estudo da azulejaria antiga da Bahia, remanescente nas fachadas do casario colonial da parte velha de Salvador.

O resultado da longa pesquisa, iniciada em 1968, está em Azulejos da Bahia. A obra reproduz em 60 pranchas a guache 275 dos 360 “azulejos de padrão” (não figurativos) catalogados por Knoff. Cada peça é analisada na estrutura gráfica de seus desenhos geométricos e em sua relação com a arquitetura da casa em que se encontra.

Editado em 1986, com prefácio de Jorge Amado e apresentação do urbanista Lúcio Costa, Azulejos da Bahia traz ainda comentários críticos do professor e designer Olímpio Pinheiro, que analisa e situa historicamente o trabalho de Knoff.

Bahia - Momentos del Barroco

De novembro a dezembro de 1988, o Instituto Cultural Brasil-Argentina de São Paulo promoveu uma grande exposição da arte barroca baiana no Museo Nacional de Arte Decorativo de Buenos Aires.

Bahia – Momentos del Barroco é o registro documental desse evento, que, pela primeira vez, reuniu para exibição uma parte expressiva do barroco baiano. Muitas das obras de arquitetura, escultura, pintura, joalheria e ourivesaria nunca haviam saído da Bahia.

Publicado em 1988, com texto em espanhol, Bahia – Momentos del Barroco é dividido em cinco partes. São elas: iconografia, arquitetura / pintura, imaginária, ourivesaria e joalheria. Cada uma é acompanhada de comentários assinados por especialistas no assunto.

Brazilian Bromeliads - Watercolours by Margareth Mee

A ilustradora botânica inglesa Margaret Mee (1909-1988) chegou ao Brasil em 1952 e se dedicou a descobrir e imortalizar um grande número de raras espécies nativas. Uma amostra de seu talento está em Brazilian Bromeliads – Watercolours by Margaret Mee.

O álbum reproduz bromélias de diferentes partes do Brasil – Nordeste, Mato Grosso e São Paulo –, pintadas em aquarela, ao longo dos anos 1960. A obra foi editada em 1992, numa série limitada de 500 exemplares numerados, com texto em inglês de Maria das Graças L. Wanderley.

Cadernos de Estudos Fronteiras do Pensamento Copesul Braskem

Patrocinados em 2008, os Cadernos de Estudos Fronteiras do Pensamento foram desenvolvidos pelos autores Antônio Hohlfeldt, Juremir Machado e Voltaire Schilling.

Os três volumes da coleção divulgam as ideias discutidas por conferencistas na edição de 2007 do Fronteiras do Pensamento. Questões sobre mundo, pensamento, arte e cultura são apresentadas de maneira simples e direta.

​A publicação permite que o saber acadêmico e a produção de conhecimento estejam disponíveis para um maior número de pessoas.

Calasans Neto

O livro Calasans Neto, patrocinado pela Organização Odebrecht em 2007, é uma homenagem a um dos maiores artistas plásticos baianos de todos os tempos, morto em 2006. O livro de arte, organizado pela escritora e poeta Myriam Fraga, presidente da Fundação Casa de Jorge Amado, reúne a obra completa daquele que é considerado um dos mestres brasileiros da gravura.

Com 384 páginas, traz, além das obras de Calasans, 38 textos – entre críticas culturais e biografias – escritos por intelectuais brasileiros sobre o artista. O lançamento da publicação foi acompanhado de uma exposição retrospectiva no Museu de Arte da Bahia (MAB), em Salvador, em que foram exibidas gravuras, desenhos e pinturas, além de fotografias do arquivo pessoal de Calasans Neto.

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