Sustentabilidade

Valorização da Cultura

Artes

No esforço para fortalecer a Cultura do Brasil e de outros países, a Odebrecht patrocina estudos e a posterior elaboração de livros que resgatam o patrimônio de Comunidades onde atua.

Artistas e pesquisadores recebem apoio para desenvolverem trabalhos que contribuam para a construção da identidade de cada grupo social. O resultado é uma farta coletânea com obras sobre as mais diversas formas de arte, como música, pintura, escultura, poesia, tapeçaria e cerâmica.

Nos últimos anos, a Organização apoiou trabalhos sobre o modernismo de Tarsila do Amaral, as lentes de Cravo Neto, a Bahia de Caymmi, os clássicos de Villa-Lobos, o cordel de Elomar, o talento de Clarival do Prado Valladares e as pinturas de Lula Cardoso Ayres, Alberto Valença e Portinari, entre outros importantes artistas.

Confira abaixo o acervo construído por autores apoiados pela Organização: 

Emanoel Araújo - Afrominimalista Brasileiro & O Construtivismo Afetivo de Emanoel Araújo

A obra de Emanoel Araújo é marcada por grandes esculturas públicas, xilogravuras de grandes dimensões e relevos e frisos integrados às fachadas de altos edifícios. Ele é considerado um dos mais importantes artistas plásticos brasileiros.

O desenvolvimento e a importância de seu trabalho são o tema dos livros Emanoel Araújo – Afrominimalista Brasileiro e O Construtivismo Afetivo de Emanoel Araújo, que registram os diferentes momentos da carreira do artista.

Lançado em 1981 em edição bilíngue (português / inglês), com prefácio de Pietro Maria Bardi, Emanoel Araújo – Afrominimalista Brasileiro conta a trajetória histórica e estética do artista. Apresenta ainda uma amostra expressiva de seus trabalhos.

O texto, do professor e crítico de arte norte-americano George Nelson Preston, analisa as interferências da cultura africana e dos “africanismos brasileiros” na estética de Emanoel Araújo. Essas influências se articularam à sua opção pelas formas e estruturas primárias, como retângulos, triângulos e rombóides, para configurarem seu “afrominimalismo”.

Versão mais abrangente e atualizada de sua obra, O Construtivismo Afetivo de Emanoel Araújo, de 1987, dedica mais espaço a seus trabalhos em xilogravura e inclui fotos do artista em atividade.

Com prefácio de Pietro Maria Bardi e introdução do historiador Clarival do Prado Valladares, o livro traz ensaio do crítico de arte Jacob Klintowitz, que define a modernidade do artista como uma combinação construtivista de cimento, metal e emoção.

Escrito na Pedra: Cor, Forma e Movimento dos Grafismos Rupestres na Bahia

Escrito da Pedra: Cor, Forma e Movimento nos Grafismos Rupestres na Bahia oferece ao leitor um panorama do, então desconhecido, conjunto de sítios arqueológicos espalhados pelo estado da Bahia. O livro tem autoria do antropólogo Carlos Alberto Etchevarne. O pesquisador visitou e analisou 229 locais com pinturas e gravuras, num total de 110 sítios distribuídos em 54 municípios do estado.

O trabalho é resultado do projeto de pesquisa Homem e Natureza - Imagens da arte rupestre na Bahia, que venceu o Prêmio Clarival do Prado Valladares 2006. O patrocínio da Organização possibilitou, além da publicação do livro, a criação de um banco de dados para pesquisadores no Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal da Bahia.

Grandes Personagens da Literatura Gaúcha

Produzido por Paulo Bentancur, o livro Grandes Personagens da Literatura Gaúcha reúne 13 personagens marcantes da literatura do Rio Grande do Sul. A obra, patrocinada em 2003, apresenta um panorama da produção literária do estado, nos últimos 100 anos.

Heitor Villa-Lobos

Um dos maiores maestros e compositores da história de nossa música, Heitor Villa-Lobos (1887-1959) talvez tenha sido o artista brasileiro que mais expressão internacional alcançou em seu tempo. Fundador da Academia Brasileira de Música, em 1945, recebeu 66 títulos e condecorações, oferecidos por importantes instituições culturais em todo o mundo.

Editado em 1987 para comemorar o centenário de nascimento do músico, o álbum Heitor Villa-Lobos reúne informações biográficas e fortuna crítica sobre esse autor. Com pesquisa e texto de Luiz Paulo Horta, apresenta vasta iconografia e traz, em dois discos, composições de Villa-Lobos interpretadas por Turíbio Santos (violão) e Miguel Proença (piano). A edição bilíngue (português / inglês) inclui, como brinde especial, as Bachianas 5 e 9 em gravação do autor.

Ilê Aiyê – Canto Negro

Fundado em 1974 no bairro da Liberdade, em Salvador, o bloco carnavalesco Ilê Aiyê logo se tornaria um dos principais responsáveis pela incorporação definitiva dos ritmos africanos à MPB. Um grupo de jovens, empenhados na integração social da população negra brasileira, foram os criadores da manifestação artística.

Resultado de uma extensa pesquisa musical realizada em Angola, o disco Ilê Aiyê – Canto Negro foi lançado em 1984, em comemoração aos dez anos de criação do grupo baiano.

Com produção de Gilberto Gil e Liminha, capa de J. Cunha e arte e fotos de Frederico Mendes, Ilê Aiyê – Canto Negro apresenta uma amostra expressiva do canto, da batida e dos instrumentos africanos que tanto influenciaram a música nordestina.

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