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Valorização da Cultura

Artes

No esforço para fortalecer a Cultura do Brasil e de outros países, a Odebrecht patrocina estudos e a posterior elaboração de livros que resgatam o patrimônio de Comunidades onde atua.

Artistas e pesquisadores recebem apoio para desenvolverem trabalhos que contribuam para a construção da identidade de cada grupo social. O resultado é uma farta coletânea com obras sobre as mais diversas formas de arte, como música, pintura, escultura, poesia, tapeçaria e cerâmica.

Nos últimos anos, a Organização apoiou trabalhos sobre o modernismo de Tarsila do Amaral, as lentes de Cravo Neto, a Bahia de Caymmi, os clássicos de Villa-Lobos, o cordel de Elomar, o talento de Clarival do Prado Valladares e as pinturas de Lula Cardoso Ayres, Alberto Valença e Portinari, entre outros importantes artistas.

Confira abaixo o acervo construído por autores apoiados pela Organização: 

Julio César Briceño: entre Diosas y Levitaciones

Desde 1973, o artista plástico venezuelano Julio César Briceño cria esculturas monumentais de livre inspiração. Suas peças estão espalhadas por praças públicas da Argentina, do Brasil, do Chile, de Cuba, de Curaçao, do Equador, da Estônia, da França, de Portugal, de Porto Rico e da República Dominicana, além de museus e pátios venezuelanos. O artista conjuga em suas obras o ancestral e o contemporâneo, emprestando espiritualidade ao mundo das formas e dos volumes.

Editado em 2004, em espanhol, Entre Diosas y Levitaciones apresenta a vida e a obra de Briceño. O texto do historiador e crítico Eduardo Planchar Licea compara a arte de Briceño a obras de outros artistas, fornecendo informações sobre o contexto cultural e simbólico a que ele se associa e ressaltando suas vivências diretamente relacionadas ao desenvolvimento de seu trabalho. O livro traz ainda um catálogo da produção do escultor, fotografada por Jummy Solórzano.

Lula Cardoso Ayres - Revisão Crítica e Atualidade

Durante mais de meio século, o pernambucano Lula Cardoso Ayres (1910-1987) se dedicou à arte da pintura. O artista percorreu sucessivamente as diferentes escolas estilísticas, sem deixar de imprimir em cada quadro um inconfundível toque pessoal.

Lula Cardoso Ayres – Revisão Crítica e Atualidade constitui um balanço dessa trajetória, desde as fases figurativas até seu prolongado ciclo abstracionista. Ao final do volume, em entrevista exclusiva, o pintor relembra momentos marcantes de sua biografia.

Publicada em 1978, em edição bilíngue (português / inglês), a obra foi organizada e escrita pelo historiador Clarival do Prado Valladares. Recebeu, no ano seguinte, o Prêmio Gonzaga Duque da Associação Brasileira de Críticos de Arte.

No prefácio à segunda edição, de 1979, o sociólogo Gilberto Freyre ressalta a importância do pintor na criação de um modernismo com “vocação de clássico a impedir que resvale em arbitrárias modernices”.

Lunara Amador 1900

O livro, produzido por Eneida Serrano, resgata a arte do fotógrafo Lunara, no início do século XX. A publicação foi patrocinada pela Odebrecht e lançada em 2002.

Mario Quintana: O Anjo da Escada

Mario Quintana: O Anjo da Escada, produzido por Mário de Miranda Quintana, reúne depoimentos de cinco escritores que conviveram com o poeta e 20 telas de artistas plásticos baseadas em suas poesias. A edição, que comemora o centenário de nascimento de Mário Quintana, foi patrocinada pela Odebrecht e lançada em 2006.

Nordeste Histórico e Monumental (Volume II: Música)

O Nordeste como tema da música erudita contemporânea é o assunto do segundo volume da série Nordeste Histórico e Monumental, do professor e crítico de arte Clarival do Prado Valladares (1918-1983).

Lançado em 1982, em edição bilíngue (português / inglês), o álbum traz ensaios de Clarival do Prado Valladares, da pesquisadora Mercedes Reis Pequeno e do historiador da música brasileira Vasco Mariz. Eles analisam a música no Nordeste até o século XVIII e sua influência na pintura nordestina.

Acompanha um disco com obras de Alberto Nepomuceno (Batuque / Dança de Negros), Guerra-Peixe (Suíte nº 2), Marlos Nobre (Primeiro Ciclo Nordestino) e Heitor Villa-Lobos (Bachiana Brasileira nº4). As músicas são interpretadas pelo pianista Miguel Proença.

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