Sustentabilidade

Valorização da Cultura

Artes

No esforço para fortalecer a Cultura do Brasil e de outros países, a Odebrecht patrocina estudos e a posterior elaboração de livros que resgatam o patrimônio de Comunidades onde atua.

Artistas e pesquisadores recebem apoio para desenvolverem trabalhos que contribuam para a construção da identidade de cada grupo social. O resultado é uma farta coletânea com obras sobre as mais diversas formas de arte, como música, pintura, escultura, poesia, tapeçaria e cerâmica.

Nos últimos anos, a Organização apoiou trabalhos sobre o modernismo de Tarsila do Amaral, as lentes de Cravo Neto, a Bahia de Caymmi, os clássicos de Villa-Lobos, o cordel de Elomar, o talento de Clarival do Prado Valladares e as pinturas de Lula Cardoso Ayres, Alberto Valença e Portinari, entre outros importantes artistas.

Confira abaixo o acervo construído por autores apoiados pela Organização: 

Nordeste Histórico e Monumental (Volumes I, III e IV: Arte e Religião)

A qualidade do trabalho do historiador e crítico de arte Clarival do Prado Valladares (1918-1983), presente em numerosos livros e publicações, atinge a excelência na série Nordeste Histórico e Monumental. Trata-se de impressionante trabalho de pesquisa, publicado em quatro volumes, em edição bilíngue (português / inglês), de 1982 a 1990.

Com três livros dedicados às artes visuais e um (o segundo) à música erudita contemporânea, a obra constitui um vasto painel da cultura estética e religiosa da região.

O primeiro volume apresenta a arquitetura religiosa, a organização urbana e a imaginária sacra dos estados do Piauí, Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. Publicado em 1982, reúne documentos e reproduz monumentos e paisagens, num total de 794 ilustrações legendadas. Assim, narra a história do Nordeste nos pontos em que ela se confunde com a própria história do Brasil – como o momento do descobrimento, a catequese dos jesuítas e as entradas pelo sertão.

Dedicado às igrejas, antigas construções, ruínas, pinturas e esculturas dos estados de Pernambuco, Alagoas e Sergipe, o terceiro volume revela o acervo artístico da região. A obra, com 743 ilustrações, também analisa as manifestações artísticas sob o ponto de vista histórico. Lançado em 1983, com prefácio de Paulo Santos, constitui, de certo modo, uma continuidade de Aspectos da Arte Religiosa no Brasil, outra importante obra de Clarival do Prado Valladares.

O Olhar Viajante de Pierre Verger

O Olhar Viajante de Pierre Verger é o livro-catálogo originado da exposição O olhar viajante de Pierre Fatumbi Verger, evento comemorativo do centenário do fotógrafo e etnólogo francês. Pierre Verger adotou Salvador como porto seguro e a Bahia como um dos seus mais caros objetos de estudo.

Num apanhado geral de sua imensa produção e história de vida, a obra traz um enfoque especial na diversidade cultural a ele tão cara.

Publicado em 2002, O Olhar Viajante de Pierre Verger reúne centenas de fotografias em preto e branco, feitas durante suas viagens por regiões de forte influência africana ou na própria África.

Obra Seleta de Genaro de Carvalho

Apesar de ter se destacado no panorama artístico brasileiro como tapeceiro, o baiano Genaro de Carvalho (1926-1971) exerceu também intensa atividade como pintor.

Editado em 1976, em série limitada de 250 exemplares assinados, Obra Seleta de Genaro de Carvalho reúne seis pranchas que ilustram o trabalho do artista, marcado por inconfundível decorativismo.

A organização coube a Nair de Carvalho, ao escultor Emanoel Araújo e ao historiador e crítico de arte Clarival do Prado Valladares, que também assina o texto de apresentação.

Restauração e Recuperação do Teatro Amazonas

O Teatro Amazonas, fundado em 31 de dezembro de 1896, foi obra de excepcional arrojo arquitetônico. Representou para a época um enorme desafio em termos de construção civil e montagem de equipamentos.

Jóia da belle époque cravada na selva, nivelou Manaus às grandes metrópoles européias. O fim do ciclo da borracha condenou-o a um longo período de decadência e abandono, antes de ser afinal restaurado, no início dos anos 1970.

Restauração e Recuperação do Teatro Amazonas, editado em 1974, é o registro desse processo de reconstrução, iniciativa do governador do Estado na época, João Walter de Andrade. O político assina o prefácio.

Com texto e fotografias do historiador Clarival do Prado Valladares, o livro acompanha todas as etapas da minuciosa reforma. Oferece, ainda, ao leitor um histórico de uma das mais importantes.

Serigrafias – Sete Artistas Brasileiros

Oferecer uma amostra da variedade artística brasileira no campo da serigrafia, reunida em torno da busca comum de uma identidade nacional. Essa é a proposta do álbum Serigrafias – Sete Artistas Brasileiros, que reúne trabalhos de Aldemir Martins, Francisco Brennand, Carybé, Emanoel Araújo, João Câmara, Nicola e Carlos Scliar.

Cada artista está representado por uma serigrafia inédita e por reproduções fotográficas (em preto e branco) de seus trabalhos mais importantes.

Organizado pelo artista plástico Emanoel Araújo, Serigrafias – Sete Artistas Brasileiros foi publicado em 1977, em edição bilíngue (português / inglês), com tiragem de 200 exemplares assinados. A apresentação e os textos crítico-biográficos são assinados por Roberto Pontual.

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