Sustentabilidade

Valorização da Cultura

História

Estimular a preservação e a propagação da memória da Sociedade é fundamental para fortalecer a identidade coletiva e garantir o desenvolvimento sustentável das Comunidades.  Atenta a isso, a Odebrecht investe em acervos de institutos, biografias e registros da trajetória de países e corporações.

São obras como a que reconstitui a viagem do descobrimento do Brasil; a que narra o fim do Império e a instauração da República no Brasil; ou a que detalha a contribuição negra para a formação do país. Há ainda biografias como a de Castro Alves e a do Padre José de Anchieta; e coletâneas, como a Mapoteca do Itamaraty, um dicionário de biografias científicas, e um trabalho do naturalista italiano Antônio José Landi, realizado no século XVIII, que reúne esboços da fauna e da flora brasileiras.

Confira abaixo o acervo da Organização:

A Espada de Floriano

A Espada de Floriano tem autoria de Elmar Bonés. A obra, patrocinada pela Odebrecht e publicada em 2000, conta a história dos radicalistas que fizeram e sustentaram a República após o Golpe Militar, que derrubou o Imperador Dom Pedro II, em novembro de 1889.

A Feira Da Gente

O livro a Feira da Gente, de autoria de Walter Galvani da Silveira, comemora o cinquentenário da feira do livro de Porto Alegre e conta a história de cada uma das 50 edições do evento. A publicação foi patrocinada pela Organização Odebrecht e lançada em 2004.

A Germanidade no Brasil

De autoria de Nina Tubino, A Germanidade no Brasil mostra a presença germânica no Brasil e comemora 150 anos da Germânia, primeira sociedade de Porto Alegre a reunir descendentes de alemães. A obra recebeu patrocínio da Odebrecht e foi publicada em 2007.

A Historia do Brazil de Frei Vicente do Salvador – História e Política no Império Português do Século XVII

Vencedora do Prêmio Clarival do Prado Valladares de 2007, a professora Maria Lêda Oliveira Alves da Silva realizou edição de A Historia do Brazil, escrita por Frei Vicente do Salvador, em 1630. O primeiro texto elaborado com a intenção de registrar a história da então colônia portuguesa foi alvo de pesquisa da doutora em História pela Universidade Nova de Lisboa.

A obra de Frei Vicente do Salvador é peça central da historiografia brasileira e referência obrigatória para todos os que pesquisam o Brasil e Portugal dos séculos XVI e XVII. Esta nova edição é composta por dois volumes ilustrados. Um com o novo estabelecimento do texto para a Historia do Brazil e outro com a análise da professora sobre a obra. Os volumes são acompanhados por um DVD, onde o leitor tem acesso às imagens digitalizadas dos códices manuscritos de A Historia do Brazil.

O trabalho da professora Maria Lêda Oliveira atualiza as edições feitas por Capistrano de Abreu (1888 e 1918) e por Venâncio Willeke (1965). Também propõe um novo entendimento sobre o sentido político da obra e sua repercussão entre os contemporâneos letrados do Brasil e de Portugal.

A Mão Afro-Brasileira

Entre as comemorações que marcaram o centenário da Abolição da escravatura no Brasil, em 1988, destaca-se A Mão Afro-Brasileira. A obra registra as contribuições de negros e mestiços para a formação da cultura brasileira – que tem justamente na miscigenação um de seus aspectos mais relevantes.

Com organização e introdução do artista plástico Emanoel Araújo, A Mão Afro-Brasileira se divide em quatro partes, cada uma delas dedicada a um aspecto do desenvolvimento cultural brasileiro: barroco e rococó; o século XIX e a Academia; a herança africana nas artes populares; e a arte contemporânea.

Fruto de extensa pesquisa e criteriosa seleção, o livro reúne trechos antológicos e artigos inéditos de estudiosos de diferentes áreas – da historiadora e crítica de arte Aracy Amaral ao etnólogo Nina Rodrigues (1862-1906). Na parte documental, inclui cerca de 600 imagens, entre reproduções de quadros, fotografias de época, esculturas, gravuras, objetos e imaginária religiosa.

A Mão Afro-Brasileira contou com pesquisa iconográfica de Carlos Eugênio Marcondes de Moura e pesquisa de acervos de Ana Maria de Moraes Belluzo e Ivo Mesquita. As fotografias são de Lamberto Scipione, Rômulo Fialdini e Januário Garcia.

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