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Valorização da Cultura

História

Estimular a preservação e a propagação da memória da Sociedade é fundamental para fortalecer a identidade coletiva e garantir o desenvolvimento sustentável das Comunidades.  Atenta a isso, a Odebrecht investe em acervos de institutos, biografias e registros da trajetória de países e corporações.

São obras como a que reconstitui a viagem do descobrimento do Brasil; a que narra o fim do Império e a instauração da República no Brasil; ou a que detalha a contribuição negra para a formação do país. Há ainda biografias como a de Castro Alves e a do Padre José de Anchieta; e coletâneas, como a Mapoteca do Itamaraty, um dicionário de biografias científicas, e um trabalho do naturalista italiano Antônio José Landi, realizado no século XVIII, que reúne esboços da fauna e da flora brasileiras.

Confira abaixo o acervo da Organização:

Mapa - Imagens da Formação Territorial Brasileira

A Mapoteca do Ministério das Relações Exteriores – o Itamaraty – guarda uma valiosa coleção cartográfica, com milhares de mapas geográficos, cartas náuticas, atlas, plantas e desenhos, que registram todo o território brasileiro a partir do século XVI.

Pouco conhecido do público em geral, esse rico acervo é parcialmente apresentado em Mapa – Imagens da Formação Territorial Brasileira. Publicado em 1993, a edição trilíngue (português / inglês / espanhol) teve pesquisa, texto e seleção cartográfica da historiadora Isa Adonias. As fotografias e a organização são do artista gráfico Bruno Furrer.

Os momentos mais relevantes de nosso passado aparecem documentados em Mapa: dos primeiros registros feitos por Américo Vespucio (1451-1512) e Cristóvão Colombo (1451-1506) aos croquis do combate naval na Guerra Cisplatina do século XIX, passando pelas ocupações francesa e holandesa no Nordeste.

Más Allá del Carnaval

Apaixonado pela música brasileira desde os cinco anos de idade, o sociólogo e demógrafo equatoriano, Francisco Aguirre Racines, tornou-se um colecionador incansável. Em 1986, começou a produzir e apresentar, em Quito, um programa radiofônico totalmente dedicado ao tema.

Em Más Allá del Carnaval, publicado em 2004, Aguirre conta a história da nossa música popular a partir de sua própria experiência. Revela de maneira simples e anedótica essa relação de ternura e lealdade e oferece ao leitor de língua espanhola um grande painel da evolução de nossos ritmos.

Em sua narrativa, o autor lança mão de entrevistas com expoentes da música brasileira, reportagens, fotos, uma compilação de letras adaptadas para o espanhol e uma discografia com mais de 400 títulos. Aguirre, um dos mais atuantes divulgadores de nossa música na América do Sul, esquadrinha as origens, formas e tendências da MPB e apresenta seus mais geniais criadores e intérpretes, de Chiquinha Gonzaga a Zeca Pagodinho.

Memórias Ecônomo-Políticas sobre a Administração Pública do Brasil

O livro reúne as cinco memórias ecônomo-políticas sobre a administração pública, escritas por Antonio José Gonçalves Chaves, entre 1822 e 1823. A obra resgata fatos e personagens fundamentais para a formação do caráter peculiar do gaúcho.

Memórias Ecônomo-Políticas sobre a Administração Pública do Brasil foi lançado em 2004, com patrocínio da Odebrecht.

Moedas Portuguesas da Época dos Descobrimentos

As moedas do Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro constituem um rico e variado arquivo da numismática luso-brasileira. São verdadeiros documentos da história da navegação e do confronto entre civilizações marcadas por línguas, culturas e religiões diferentes.

Moedas Portuguesas da Época dos Descobrimentos apresenta parte expressiva desse acervo, de inestimável valor cultural. Lançado em parceria com a Fundação Banco do Brasil e a Casa da Moeda do Brasil, o livro complementa a exposição homônima, promovida pelo Museu, dentro das comemorações dos 500 anos do Descobrimento.

Com projeto de Heleny Pires de Castro e coordenação editorial de Rejane Maria Lobo Vieira, o livro se destaca tanto pelas informações históricas quanto pelas reproduções fotográficas das peças expostas, a cargo de Enéas Gonçalves de Loreto. A obra foi publicada em 2000, em edição bilíngue.

Monteiro Lobato: Furacão na Botocúndia

Botocúndia foi o nome ao mesmo tempo irônico e carinhoso com que o escritor Monteiro Lobato (1882-1948) batizou o Brasil. O apelido alertava para os aspectos retrógrados e subdesenvolvidos que ele tanto se empenhou em combater, com a força de um furacão.

Monteiro Lobato: Furacão na Botocúndia apresenta as múltiplas facetas artísticas, empresariais e políticas do maior escritor infanto-juvenil brasileiro, responsável por uma verdadeira revolução editorial no País. Fruto de pesquisas em arquivos da família, museus e bibliotecas públicas e privadas, a obra traz documentos e imagens inéditos, revelando aspectos menos conhecidos pelo público.

Lançado em 1997, dentro do Projeto Memória – parceria com a Fundação Banco do Brasil – Monteiro Lobato: Furacão na Botocúndia traz prefácio do bibliófilo e empresário José Mindlin. Os textos são de Carmen Lúcia de Azevedo, Márcia Camargos e Vladimir Sachetta, ilustrados por reproduções fotográficas de J. S. Rangel e Jaime Acioli.

Monteiro Lobato: Furacão na Botucúndia recebeu o Prêmio Jabuti, em 1998, na categoria “Ensaio e Biografia” e foi eleito o Livro do Ano na categoria “não-ficção”.

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