Sustentabilidade

Valorização da Cultura

Parceria

Com o objetivo de preservar os patrimônios histórico, artístico e cultural dos países onde atua, a Odebrecht tem estabelecido parcerias com editoras, universidades, entidades representativas de classe e órgãos governamentais. Esse trabalho viabiliza importantes trabalhos na área. Desenvolvidas por estudiosos, as obras discorrem sobre assuntos diversos, mas que compartilham do intuito de propor uma reflexão sobre o passado, o presente e o futuro de diferentes segmentos sociais.

Veja mais sobre os títulos frutos dessas parcerias abaixo:

Engenharia da Construção

O livro Engenharia da Construção, escrito pelo integrante da Organização Odebrecht Luiz Roberto Batista Chagas, aborda os principais conceitos aplicados à execução de grandes obras. O autor ressalta a importância da prática da engenharia em sua realização (2008).

Ensaio sobre o Texto Poético em Contexto Digital

Editado em 1998 pela Fundação Casa de Jorge Amado, Ensaio sobre o texto poético em contexto digital, de Antonio Risério, poeta, antropólogo e ensaísta, é um livro pioneiro. Nele, o autor examina o fazer poético no contexto da cultura da informática.

Entre Aspas

O livro Entre Aspas, lançado, em 2006, pela Copesul – empresa integrada à Braskem –, é uma reunião de entrevistas realizadas pelo jornalista Fernando Eichenberg.

Ewé: o Uso das Plantas na Sociedade Iorubá

Ewé: o Uso das Plantas na Sociedade Ioruba é resultado de mais de 40 anos de pesquisas do etnólogo, fotógrafo e historiador, Pierre Fatumbi Verger, sobre a cultura iorubá na região do Golfo de Benin, na África. O autor foi o primeiro a desvendar o sistema de classificação botânica daquele povo. A obra foi publicada, em 1996, pela Companhia das Letras, com patrocínio da Organização Odebrecht, prefácio de Jorge Amado e ilustrações de Carybé.

Fazendo Fita: Cinematógrafos, Cotidiano e Imaginário em Salvador, 1897-1930

O estudo de Raimundo Nonato da Silva Fonseca aborda a integração do cinematógrafo à vida cultural e social e ao imaginário popular, em Salvador de 1897 até a exibição do primeiro filme sonoro. Editado em 2002, pelo Centro de Estudos Baianos da UFBa, o livro revela as interações entre o advento do cinema e a modernização da cidade, numa linguagem lúdica e bem-humorada.

O autor é preciso ao traçar um roteiro da localização das salas de exibição e analisar suas programações e as reações da população da província.

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